Você pode chamar de inveja.
Pode chamar de recalque.
Pode até romantizar dizendo que é “resistência energética”.
Mas no fundo, haters são só plateia não convidada que queria estar no palco — e não teve coragem.
Enquanto você cria, eles comentam.
Enquanto você vive, eles analisam.
E no meio disso tudo, tentam se esconder atrás de argumentos, espiritualidade gourmet ou “verdades superiores”… que só servem pra camuflar uma frustração mal resolvida.
O hater nunca aparece antes do sucesso.
Ele só brota quando você começa a incomodar.
E se incomoda, parabéns:
Você ativou o alarme de quem vive adormecido.
Aliás, o ódio gratuito é a prova mais honesta de que o seu conteúdo bateu onde dói — e onde falta.
Então pare de querer entender os haters.
Eles não vieram pra somar.
Vieram pra espelhar o que não têm.
Continue. Cresça. E se precisar… bloqueia com amor — e um sorrisinho cínico no rosto.
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