Hoje em dia, todo mundo tem uma resposta pronta:
“A violência aumentou porque falta Deus.”
Frase boa, né?
Curta, impactante e completamente… conveniente.
Agora senta aí que o Juvenal te leva pra um tour rápido — sem volta — pela Idade Média.
Tempo em que Deus não faltava.
- Inquisição:
Queimavam mulher porque ela tinha um gato preto e colhia erva-doce.
Chamavam isso de combate ao mal.
Na real? Era só pavor medieval com capa de espiritualidade. - Cruzadas:
Milhares de mortos em nome da “fé verdadeira”.
Espada numa mão, cruz na outra.
Evangelização via espada na goela e aldeia em chamas. - Tribunal do Santo Ofício:
Confissão forçada, tortura pública e execução.
Confessava pecado inventado só pra parar de ser esmagado devagarinho. - Pena de Morte Religiosa:
Queimadura, esquartejamento, empalamento — e tudo com bênção no final.
Porque, claro, sofrimento com assinatura eclesiástica é mais aceitável.
E a cereja no bolo místico:
Venda de indulgências.
Pagava pra ter passe livre pro céu.
Pix pra eternidade — versão 1.0.
Conclusão Juvenalística:
Deus nunca faltou na Idade Média.
O que faltou foi humanidade.
Então da próxima vez que vierem com esse papo de que a violência de hoje é culpa da ausência de Deus…
Manda lembrar que na época em que todo mundo era obrigado a “temer a Deus”, a tortura era passatempo oficial da Igreja.
Ou seja:
Não é falta de Deus.
É excesso de hipocrisia.

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Porque rir é o último milagre que ainda não te taxaram.
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